terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Bueno Prá Caralho!!!

O título do post é uma referência à expressão mais falada na viagem. Muitas coisas foram buenas pra caralho aqui em santiago


Quinta no intervalo do curso, tinha uma banda tocando no hall, saí da aula escutando uns metais com uma bateria tocando alguma música que eu conhecia, eram 5 caras tocando Smoke On The Water, 3 trombones, uma tuba e uma bateria, muito manero!!! Drumbone o nome do grupo, eles tocaram sábado em algum bar, mas como eles não divulgaram na internet, se fuderam, acabamos não indo. Depois da aula não fiz nada demais, fiquei no curso usanto a internet por horas. Quando cheguei em casa não tinha ninguém e fiquei lendo um pouco, até que chegou o Vitor e a Mari falando que tinhamos que comprar as passagens para Pucón antes que desse merda mais uma vez. Após planejar quanto iríamos e como iamos fazer fomos para e estacion de bus comprar as passagens.

Pegamos o metrô e descemos na estação Universidade de Santiago. Eu fui pesquisar preços enquanto o Vitor esperava na fila, eis que chega um maluco do guichê e chama ele, que tava no meio da fila para ser atendido. Quando volto da minha pesquisa de preços, tá o cara que vende passagem dando dica de turismo para o Vitor e para a Maritana. O cara era muito carente! Sem sacanagem o cara ficou tipo 1 hora falando com a gente de lugar que a gente tinha que conhecer blá blá blá. Falou que quer conhecer o Rio, deu o e-mail dele, falou que quando voltarmos para Santiago a gente podería ficar na casa dele e quando ele for para o Rio conhecer a Rocinha, ele ia ficar na casa de um de nós. Sem noção, o cara era muito mala! Depois de uma hora falamos que vamos para todos os lugares que ele quer que a gente vá, mas dessa vez a gente ia para Pucón e de Pucón iamos comprar passagem para o outro lugar e assim por diante. Após apertos de mãos pseudo simpáticos já que ninguem conseguiu desfarçar a cara de cansaso voltamos para casa descansar de tamnha encheção de saco.

Sexta feira depois da nossa última aula e após pegar o nosso lindo diploma, viemos para casa correndo para encontrar com o Jorge, nosso vizinho, um cara muito tranquilo e gente fina que se aproximou de nós arroizando a nossa musa, Kait. Fomos até o museu que ele trabalha e levamos uns biscoitos, erva mate, manga e comemos todos juntos nos fundos do museu. Peguei umas dicas de livros com ele e onde comprar roupas baratas, depois fui a caça às roupas baratas com o Vitor e a Maritana. Fiquei andando pela cidade com eles procurando roupa para eles, onde comprei um casaco de flanela da GAP por 1500 pesos, comprei um edredom para acolchoar o isolante já que daqui pra frente são pelo menos mais 10 dias de camping, me separei deles porque tinha que trocar pesos, ver o que tinha de bom para fazer de noite e comprar um dos livros que Jorge indicou. Cheguei em casa e ficamos na dúvida do que poderíamos fazer, mas resolvemos ir num Rockabilly. Depois de lavarmos os edredons na banheira e botar pra secar na sala, Jorge chegou lá e ficamos tomando umas cervejas e escutando umas músicas enquanto batíamos papo na parte da sala que não estava ocupada por edredons encharcados.

A Kait não tava animada para ir no Raockabilly e tinha marcado com o pessoal do curso para se encontrarem no apartamento entre 00:00 e 01:00 para irem ao Túnel, boate que eu e Vítor já tinhamos ido 2 vezes e não estávamos afim de ir denovo. A idéia inicial era ir pro Rockabilly quando eles chegassem lá no apartemento, só que deu 2 da manhã e ninguém tinha chegado ainda, além do mais beber em casa escutando suas músicas é muito divertido e barato!

Resolvemos sair e acompanhar a Kait até a porta do Túnel, só que todos estavam destruidos, cansados e loucos para voltar pra casa. No caminho até o túnel encontramos o pessoal do curso procurando o nosso apartamento para chamarem a Kait. Chegamos na porta, mas ví que não valia a pena pagar 5000 pesos para sair em pouco tempo já que estava destruido.

Apesar do pessoal insistir não rolou de entrar e acabamos voltando pra casa para dormir.

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