quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Metallica!


Hola!

Terça-feira saí da aula, fui comer um rodízio de mariscos e peixes, mas tinha até carne de boi, lingüiça e porco, meio caro, mas tava muito bom! Cheguei em casa 4:30 e resolví tirar um cochilo antes do grande show! Tinha marcado com o Tiago, o paulista que vive em Goiânia, de nos encontrarmos no curso às 18 horas para ir para o show do Metallica!

Acordei meio perdido, sem saber de nada, meio preocupado com a hora e de fato estava bem atrasado. Eram 6 horas. Fiquei desesperado, mas tinha que tomar uma chuverada, cheguei ao curso com 40 minutos de atraso, Tiago não estava mais lá. Mauricio, o coordenador do curso, ligou para o Tiago e me encontrei com ele na estação de metrô mais próxima do clube onde foi o show. Chegamos lá, passamos por umas 4 cancelas antes de chegar ao local onde sería o show. Pisamos na pista assim que a banda de abertura começou. Criminal, uma banda chilena que faz um metal brabo bem manero, o baterista é um montro gordo e tatuado, tenho que conhecer melhor depois. Fomos nos enfiando pelo meio da multidão aos poucos. Conhecemos uma galera aqui do Chile que o Tiago, muito mais simpático que eu, ficou cnversando enquanto eu só fazia pequenas intervenções como: “Si”, “Yo tambien soy brasileño”, “Me gusta mucho Soulfly” e essas coisas.

9:30 começa a tocar a música tema do clássico filme “The Good, The Bad & The Ugly”, enquanto nos telões passa uma das cenas finais do filme, onde o Feio sai correndo pelo imenso campo.
Apesar de ter dado uma olhada rápida no suposto setlist, não ví detalhes do tipo como sería a abertura e tal. Ao ver a cena me arrepiei dos pés à cabeça e sabia que dalí pra frente estaría realizando um sonho de muléque. Após a linda introdução tão os 4 em cima do palco tocando “Creeping Deth” e depois disso foi só porrada. Os caras pareciam estar curtindo bastante o show e o público estimado em 55mil pessoas cantaram os clássicos com muita empolgação. Tocaram várias do disco novo que eu não esperava, porém fiz a merda de ler o setlist antes do show, coisa que nunca gostei muito de fazer. Nesse set que lí tinham 4 músicas que eu queria muito ter visto ao vivo mas acabei não vendo, mas que eles tem tocado direto, são elas: Motorbreth, Fuel, Batery e St. Anger. Masmo sem essas o show foi um absurdo. Quando começou os efeitos sonoros de “One”, com barulhos de tiros e bombas para introduzir a música mais bonita e forte do Metallica que fala sobre um jovem que vai para a guerra, começam vários efeitos pirotécnicos dígnos de um show do Kiss. Por essa eu não esperava mesmo! Até que com as imagens no telão em preto e branco aparece James tocando o início, sem dúvida um ponto alto da minha vida. Depois da intensa “One” imendam logo “Master of Puppets”! Fudeu, morri! Obrigado Metallica, obrigado Chile, o show foi caro, gastei o que não podia, mas valeu cada peso!

Durante o show me lembrei dos vários amigos que com certeza me invejam a partir desse dia, como o Neon e o Papito. Lembrei muito da juventude andando de skate por Icarí ao som de Metallica.

Fim de show. Após um fim meio atípico, com os caras jogando milhares de palhetas, baquetas, falando com a platéia, cada um falou uma coisa no microfone, aquela coisa. Sem tocar uma saideira para fechar o show com aquele gostinho de quero mais. Fizeram os agradecimentos e foram embora.

Depois disso eu e Tiago sem opções de metro resolvemos andar as aproximadamete 20 quadras até o meu apartamento, onde ele pegou um táxi para casa.

Hoje, mesmo após a pedrada de ontem, fui para a aula meio moído e depois de vir para casa almoçar, fui com o pessoal do curso para um museu que foi inaugurado faz 2 meses em homenagem aos mortos na ditadura e aos direitos humanos. O pessoal do curso tinha ido almoçar em um restaurante, então acabei chegando no museu antes deles. Assim que cheguei lá, encontrei com a Viviana e o Luiggi, que deram carona pragente sábado, para irmos até os glaciales lembra!? Esperei um tempo o pessoal chegar e comecei a ver o grande museu. Um museu muito grande e bonito. Todo de blindex, mas que causa muita revolta e raiva desse período podre na história de tantos países. Imagens fortes, fotos chocantes, cartas que foram enviadas às pessoas que tinham seus familiares desaparecidos. Uma das partes mostrava a história de um primo de uma professora do curso, que estava acompanhando a gente, e que muito emocionada contou o que aconteceu com ele e que ela presenciou. Ditadura é um tema que creio que deixa todos altamente bolados, você sai do museu meio mal de cabeça. Mas a organização do museu é muito legal e tava bem cheio de pessoas do mundo inteiro.

Depois da expo vim dar uma dormida em casa. Depois que acordei, fui escutar uma musiquinha e lavar louça e roupas. Tenho lavado as minhas roupas na pia porque lavanderia é muito caro.
Temos comido vários mariscos (no bom sentido) bem gostosos que compramos enlatados no super mercado e temperamos com limãozinho e tal.


Chegando no museu








FFFfffffffffffffffffffffffffiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii....
BOOOMMMMM!!!!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Carrom Deu Maipo

Antes de mais nada, eu gostaría de informar aos leitores que ao invés de fazer um post com um porrilhão de fotos aleatórias eu vou perder algumas horas do meu dia postando as fotos certas nos posts certos.
Gostaría de informar também aos jovens leitores que é importante respeitar pai e mãe! Meu blog é feio e sujo, meus pais estão muito brabos com meu linguajar chulo e impróprio para um site onde qualquer pessoa pode ter acesso. Não seja como eu!

Esse é um post muito grande para um fim de semana irado, cheio de coisas divertidas e novidades.

Sexta-feira Vitor e Kait sairam do curso enquato eu relia e dava uma arrumada no último post quando acabou a bateria do Lap Top e postei mais uma vez sem foto, mas se tudo der certo ele e todos os outros terão fotos quando vocês lerem isso.
Chequei em casa o Vitor tinha cozinhado um maravilhoso macarrão com lingüiça e só. Não tinha molho, nem cebola, nem tempero, claro que tava uma merda. Comi, saí para tirar dinheiro mas não consegui, e fomos para Cajon Del Maypo mesmo assim. Saimos do nosso lindo apartamento, pegamos um metrô e depois um ônibus do próprio metrô que levava até lá. Cerca de 80Km depois, grande parte do caminho por dentro da cidade de Santiago, chegamos à Baño Morales. O piloto nos deixou muito próximo do camping mais barato da região que Vitor viu pela internet.

Chegamos no camping era um espaço gigantesco e relativamente vazio, nas proximidades do banheiro o cheiro era uma bosta(sacou!?), a privada não tinha onde sentar (sabíamos que em algum momento teríamos que botar em prática a posição de jockey que aprendemos anos atrás num carnaval em Aventureiro, Ilha Grande), o ralo na verdade era um buraco negro para o inferno sem tampa (se você por algum descuido deixasse o sabonete cair no chão e ele acertasse a mira, adeus sabonete para sempre), e é claro, qual a graça de esquentar a água dos andes se você pode tomar um banho na temperatura natural. Como era o mais barato e já estávamos lá, ficamos nele mermo. Arrumamos a barraca e logo preparamos nosso proficional jantar mexiano, ou seja, Douritos com tequila, leia-se veneno brabo. Tomamos uns dois goles do Sombrero Negro e não deu mais, prefiro Caninha da Roça.

Saimos pra dar umas vorta pela “cidade” e voltmos umas dez de la noche. Quando chegamos, o camping tava bizarramente lotado. Onde tinha só a nossa barraca, agora tinham cinco, ficamos ligeiramente bolados, mas como tinhamos e acordar cedo, começamos a nos arrumar para domirmos nós três mais as nossas malas e comidas apertados numa barraca. Reparei que enquanto arrumavamos as coisas para dormirmos, tinha um cara com um som alto escutando toda a discografia do Pearl Jam, achei legal e me arrumei o isolante térmico e o saco de dormir animado com o som.

Quando deitamos o barulho era infernal. Para os que passaram aquele revellon acampando na Chapada Diamantina e falaram que tava uma merda aquele monte de imbecil colocando música alta, eu tenho certeza que isso era pior. Um retardado estava escutando Iron Maiden nas alturas, um infeliz estava escutando o maldito Raggaton competindo com o do Iron e um grupo de bêbados berravam músicas para competir com os outros dois, além disso, arrumamos vizinhos que conversavam alto pracaralho(desculpa mãe, desculpa pai) bem no pézinho do meu ouvido, uma delícia. Isso se unia, claro, aos carros que chegavam com o som sempre às alturas madrugada a dentro. Dei umas piscadas entre tapas, joelhadas e chutes com meus companheiros de barraca, 4 da manhã acabou a esporreira e até deu pra dar uma cochilada até umas 7.

Acordamos e óbviamente fizemos questão de não falar nem um pouco baixo, o Vitor curtiu sua expectoração matinal bem pertinho da barraca dos nossos vizinhos malditos.Saimos para tomar café umas 8:30, comemos um pão com Nesquick e fomos para o ponto de ônibus, onde descobrimos que o ônibus só saia às 10. Kait com toda a sua simpatía teve a brilhante idéia de pedir carona e realizar o sonho de sua vida, a idéia mais genial da viaizi. Após um tempo tentando passou um caminhão desses que corta os galhos das árvores que ficam perto dos fios de eletricidade, telefone e tal, que tem uma caixinha que levanta o cara pra ele cortar os galhos. Subimos na caçamba e ficamos lá os três com cara de criança que ganhou o melhor presente do mundo(momento cult: após ler On The Road pegar carona é muito maneromermo). Eles deixaram a gente num lugar um pouco mais da metade do caminho, que era ao lado de um departamento policial onde tinha um ponto de ônibus. Ainda não era nem 10 horas e até o ônibus chegar lá ia demorar até 10 e meia. Achamos melhor sairmos de perto da polícia para proceguir pedindo carona, caso alguém com uma caminhonete resolvesse nos carregar até nosso destino final. Após uns 10 minutos um Corsa velho com um casal de jovens parou para nos dar carona. A chilena Viviana e o italiano Luiggi, um casal tranquilo e gente fina, eles estavam indo para o mesmo lugar que a gente, perfeição! No caminho, após uma das curvas da estrada de terra batida, onde viamos as lindas montanhas, avistamos A MONTANHA, coberta de neve, foda demais!

Chegamos à vilazinha. Agora só faltava os 8Km de caminhada até o glacial onde mais tarde tive meu primeiro contato com a neve. Começamos a caminhada no Monumento Natural El Morado 11 horas em ponto, Eu com meu preparo físico nada invejável, Vitor com sua tão evidente ausência de músculos e Kait que com certeza tem a perna muito mais forte que as nossas juntas. A altitude dificulta um pouco o processo de subida, por isso íamos parando a cada passo para tomar água. Uns 6km depois vejo a neve tão perto da trilha que eu e Kait resolvemos fazer esse desvío para meu primeiro contato físico com ela, a neve dos glaciais. Uma coisa linda! Taquei neve na Kait, comi neve, taquei neve no Vitor, deitei na neve, congelei minha bunda, super divetido. Continuamos caminhando, aquela montanha enorme lá no fundo tava cada vez mais próxima, e no meio de um calor e um Sol dos inferno, víamos a montanha cheia de neve se aproximando. Chegamos lá, tinha muito mais neve do que onde tive o primeiro contato com ela. Ficamos tacando neve um no outro e brincando de tentar “esquiar”, assim o fortão do Vitor machucou a perna, o que e fez ele voltar mancando os 8km.

Chegamos na vilazinha onde a Viviana largou a gente, Vitor mancando, Kait igual a um camarão e eu com a sensual marca da camisa. Dessa vez preferimos pegar um ônibus do que pedir carona, já que estávamos completamente destruidos e fedorentos, no ônibus pelo menos podíamos entrar e ficar sentados esperando ele resolver sair, isso demorou mais de meia hora. O ônibus é muito mais caro que pegar carona e mais desconfortável, quando forem para qualquer lugar tentem pegar carona, eu aprovo!

Ainda estávamos na dúvida se valia a pena ir às termas, programa planejado para o dia seguinte, já que além dalí onde estávamos teríamos que caminhar ou pedir carona por mais 12km, tinha também o fato dos carros chegam até as termas (se o camping era daquele farofado bagarai, creio que as termas não sería muito diferente), o único ônibus que vai até onde estávamos acampados é às 6 da tarde e teríamos que voltar domingo de noite para Santiago, além disso tudo ainda teríamos que tomar banho gelado, cagar em pé, e nos espremer em meio à tamanha farofa outra vez e ainda pagar mais uma noite. Achamos mais jogo voltar pra casa mesmo moídos, tomar banho quentinho e poder sentar e relaxar, e quem sabe curtir uma noitada. Chegamos no camping, nossos tão amados vizinhos já tinham ido embora, mas o camping estava ainda mais cheio. Arrumamos as coisas correndo e fomos pegar o ônibus para Santiago, pegamos o ônibus das 21. Saimos do ônibus próximos da primeira estação de metrô que vimos, para ganhar tempo.

Chegamos em casa antes das 11. Sem nem ter tirado a mochila das costas, liguei o aquecedor enquanto comiamos algo. Eu e Vitor estávamos semi-morots e resolvemos tirar um cochilo no isolante térmico para não sujar nossas camas com a imundice andina, enquanto a água esquenteva. 00:30 acordamos tomamos banho, tentamos tomar um pouco do Sombrero Negro, quando constatamos a péssima qualidade do produto (Sombrero Negro=Alcool de cozinha), e fomos arrumar o que fazer(como já era de se esperar a pilha da Kait tinha que acabar alguma hora, e ela acabou não indo dessa vez). Quando saímos, lá pra 1:30 da manhã, nossos vizinhos canadenses, aqueles que nos deram whiskey 15 anos outro dia, chamaram a gente para subir e dar uma biritada, mas queriamos ir para algo agitado logo, se não íamos acabar dormindo, pegamos umas dicas de lugares legais com ele e fomos à procura. Após uma busca intensa, dando uma olhada em uns lugares bem caidos e comer um cachorro-quente até gostoso, acabamos indo numa boate aqui perto de casa que tava tocando umas musicas legaizinhas, não era muito caro, mas tava animado. Chegamos lá tomasmos uma dose de Absolut (já inclusa no preço da entrada), tivemos a certeza de que o Sombrero Negro é coisa do Capeta, e começamos a bailar. Bailamos até às 5, quando a festa acabou igualzinho a no Brasil, uma porrada de gente já meio desanimada e começam a pôr música merda pra galera ir embora. Acendem as luzes, cortam a música que já estava muito baixa e fim. Nessa festa concluí que eu como um brasileiro que não leva muito jeito com as chicas é impossível compreender a cabeça das chilenas.
Voltamos pra casa, Kait tava acordada e tinha acabado de tomar banho, contamos como tinha sido nossa noite e ela foi dormir. Ainda animados, ficamos escutando música até que e desmaiamos.
Sem dúvida um dia que vai ficar para a história.

Domingo de manhã, tava um Sol da porra e eu tava doido pra ir pra praia, um forte indício de saudades do Brasil, daqui a menos de um mês estarei de volta às praias do Atlântico, aos bares imundos bebendo cerveja vagabunda com os broder e indo curtir as festinhas de sempre.
Hoje, segunda-feira, saí de casa um pouco depois da Kait, caminhando pelos parques escutando um disco que o cartunista Robert Crumb gravou tocando jazz dos anos 20 que ele gostava. Muito legal! Vale a pena procurar. Para quem não sabe além de cartunista e psicopata Crumb também toca banjo. Kait foi comer em algum lugar e Vitor foi na rodoviária buscar minha querida prima Maritana que chega hoje para unir-se ao nosso grupo!

Pip.....pip.....pip.....pip...pip...pip...pip...pip...pip.pip.pip.pip.pip.pip.piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...

No Ônibus



Saindo do ônibus


Tecnologia avançada Privada Hi-Tec


Depois de tanta tecnologia, nada melhor do que uma comida mexicano sofisticada!


Pedindo carona!


A primeira carona a gente nunca esquece


Só falta subir


Trilha Feia


Os Broder no caminha

Kait é fotógrafa



AHHHHH Neve existe!!! E é gealada!!!


Chegamos!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Tô ruim!

Olá leitores! Assim como a Doutora Bruna Surfistinha pretendo publicar os posts do meu blog e começar a minha carreira promissora no pornô.

Vou falar o que em acontecido. Temos indo pra aula diariamente êêê!!!

Fim de post!

Mentira, o último post foi publicado na segunda e correspondente ao post de domingo, então tenho que contar o que aconteceu de domingo de tarde até agora.

Domingo rolaram as eleições e o presidente de direita empresário milionário venceu por muitos poucos porcento do Frei, de esquereda. Já que não tinha mais absolutamente nada pra fazer pela, ficamos dando voltas pela cidade, entramos nuns gueto muito doido da cidade, o que deu um certo cagasso e fez a gente quase que sair correndo quando vimos que ao lado de uma vendinha tinha um grupo com cara de bandido, com muita cara de gangue. Depois que voltamos ao centro da cidade, fomos seguindo a multidão que ia caminhando em direção ao palco onde sería o discurso do novo presidente. Chegamos no lugar, o palco mais mal localizado da história! Aposto que o berço de Jesus tava mais bem localizado que esse palco. Era tipo no meio de uma avenida, só que essa avenida era dividida por coqueiros!!! Gênios! Nos metemos pelo meio da multidão, o show que tava rolando antes do cara falar era uma merda, aí tivemos a brilhante idéia de ir embora. Fomos tomar um sorvete, Kait resolveu ir dormir e eu e Vitor encaramos a missão (quase) impossível de descolar uma cerveja pela cidade. Fomos caminhando e conversando até que na frente de um churros igual ao da dona florinda encontramos a galera gente fina do curso de espanhol e nos unimos na mesma missão. Tudo fechado, e a galera meio desesperada, aquela coisa apocalyptica. Nisso passou mais uma menina que faz aula com a gente, mas não se uniu a nós. Quando a galera resolveu pegar metrô para catar um bar lá na peida, eu e o jovem magro abandonamos o grupo e fomos catar um lugar por perto. Nisso encontramos com a nossa professora gata (ainda não falei dela aqui, mas ela é nossa professora, é gata e gosta de rock!), ela tava com a mãe e disse que tava procurando cerveja também, mas acho que era mentira. Do nada nós vemos uma galera cantando e comemorando balançando bandeiras do Chile, me enfio e vejo que no meio da roda tinha um cara de cadeira de rodas, mas não parecia ser uma pessoa importnte, nego só fechou a roda nele. Eu discretamente viro pro Vitor e berro: “Num entendí porra nenhuma!!!”, quando uma menina que balançava uma bandeira do Chile falou pra mim sorrindo: “É, eu também não tô entendendo nada!”. Fizemos cara de paisagem e saimos, quando avistamos um bar! Com pessoas bebendo cerveja dentro dele! Entramos, niqui a gente entrou, quem tá saindo!? A galera que estava junto com a gente procurando um bar e ia pegar o metrô, acharam esse bar antes dagente e sairam porque a cerveja parecia mais um chá(tava brbo mermo, mais quente que a temperatura ambiente).
Aí realmente desistimos e voltamos pra casa, nisso uma vendinha aqui na esquina estava vendendo. Após uns 15/20 minutos tentando comprar a cerveja, graças ao ágil e eficiente trabalho dos jovens vendedores, conseguimos comprar uma Brahma Extra de 1Litro para tomar em casa.

Segunda, após aquela luta para nos desvecilhar da cama que insitia em segurar a gente e nos impedir de ir à aula, levanatmos e tivemos que pegar o metro, já que faltavam menos de 10 minutos para começar a aula. Almoçamos perto da Escuela e depois acho que voltamos pra casa, já que não tinha conseguido descobrir onde comprar o ingresso para o show do Metallica. De noite fomos os três tomar uma cevejinha aqui do lado. Kait, sempre muito pop, chamou um chileno que é nosso vizinho para sentar-se junto à nós. Esse cara conhecia um argentino que ficou lá com a gente também, arroizando nossa jovem canadense. Eles convidaram a gente para “salir para bailar”, mas a gente tava meio cansado e resolvemos voltar pra casa lá pra meia noite, mas marcamos de sair no dia seguinte.
A Kait entrou no clima do Metallica!

Terça-feira, fomos na aula e falei com o diretor do curso, e ele me ajudou a descobrir onde era o ponto de venda. Vitor e Kait foram no Zoológico que fica perto do curso enquanto eu fui lá comprar meu ingresso. Chegando lá era tipo uma Galeria do Rock, só que com precinhos mais salgados. Um pouco ansioso comprei meu lindo ingresso, e fui dar uma volta pela galeria, onde encontrei o segundo cd do Pulley por 2.700 pesos, menos de 12 reais, tive que comprar. Comprei também uma camiseta de 7000 pesos, mais ou menos o mesmo preço que pagaría no Brasil. Cheiguei em casa oVitor tava aqui e Kait tava usando a internet no cyber café. Caiu a noite e fomos encontrar com os locais no mesmo bar do dia anterior. Ficamos lá e tal, umas 11:30 eu e vitor fomos comer um pedaço de pizza na esquina (o que me fudeu), Vitor voltou pra casa umas 00:00, deu umas 00:30 os caras resolveram sair. Após muito insistir nego convenceu a Kait a sair e eu fui de burro que eu sou. Chegamos lá era uma música eletrônica meio TS-TUM TS-TUM TS-TUM TS-TUM TS-TUM TS-TUM TS-TUM TS-TUM TS-TUM , mas tô me acostumando com esse tipo de música, tava até “curtindo”, quando a galera resolveu ir pra um raggaton. Não atinei na hora que raggaton era raggaton. Aceitei... Pra que!? Mermão, se você acompanha o blog sabe que fomos em um que a música era ruim mas “deu pra se divertir”. Esse era tipo TODAS as mulheres HORROROSAS, sem sacanagem, até gorda sem dente tinha. Galera se esfregando tipo baile funk num palco, onde um cara com cara de bandido falava umas coisas. Eu automaticamente me despedí e voltei pra casa, isso era umas 2 da manhã dormí puto, mas dormi bem.

Quarta
No dia seguinte acordo cedo, vou pro curso andando sozinho, já que a Kait saiu cedo pra usar o computador do curso e Vitor tinha se atrasado mais uma vez. No curso comecei a me sentir mal, enjoo, calafrios e coisas nojentas que acontecem de vez enquando com as pessoas que comem pizza com presunto podre, comecei a sentir febre e resolví voltar pra casa. Comí uma salada com arroz e dormi a tarde toda. Acordei tomei um Tylenol e dormi mais um pouco. Vitor chega em casa falando que conheceu uns lugares da cidade com o pessoal do curso e que tava rolando tipo um carnaval que tava irado e toda a galera do rock tava lá. Mas não, acabamos não indo. Tava com medo de dar merda(pegou!?). Ficamos aqui bebendo água e vendo televisão. Kait Duracel foi jantar com a galera que conhecemos em Mendoza e que também estão aqui por Santiago.

Quinta-feira
Hoje de manhã acordei mal denovo e achei melhor ficar por aqui. Já passei numa farmacia comprei uns treco, passei no mercado, comprei umas bananas, um franguinho e estou me cuidando pra me recuperar logo para no findsemana de ir a um lugar aqui perto que tem camping, tracking, águas quentes dos vulcões etc. Se eu piorar eu aviso, mas com banana, frango grelhado, iorgut, chazinho, muita água e remédio acho difícil de eu morrer antes de voltar para o Brasil.
Vitor e Kait estão curtindo a cidade, uma piscina pública paga, lá no alto da cicada, enquanto eu cozinho, estudo, varro a casa e essas coisas de dona de casa.
Sexta-feira
Hoje eu acordei bem melhor. As coisas já estão prontas para partirmos assim que almoçarmos. Vou desaparecer por alguns dias, mas segunda eu tô de volta!
Tchau!
Tuu-tuu-tuu-tuu-tuu-tuu-tuu-tuu-tuu-tuu-tuu-tuu...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Saturdei Nait!


Sábado, 11 da manhã. Cá estou eu mais uma vez mei bêbo, dessa vez relembrando a juventude e escutando Offspring.

Não quero que isso soe “decadente” como os contos de Bukowski, sempre que bebo é por pura diversão, não é pra afogar as mágoas nem nada, Santiago é irado!!!

Ontem foi sábado e após a maravilhosa noite de sexta-feira ficamos bojando o dia inteiro, ah é e estudando um pouquinho também. Quando deu umas 7 da noite nós ligamos para o celular do Tiago ´(um paulista que vive em Goiânia, gente fina bagarai e está azendo curso de espanhol com a gente) para saber como chegávamos na festa da Elen (uma paulista que faz o curso e está voltando para o Brasil hoje). Depois de ligar voltamos para casa, nos arrumamos e fomos. Após caminhar uns 40km e dar umas 1000 voltas, encontramos uma professora do curso que nunca tinha visto na vida, mas que reconheceu nossos lindos e simpáticos rostos e também estava procurando a casa, mas ela tinha um celular que nos ajudou bastante a encontrar a casa, e chegamos rápido.(caralho, Offspring é muito manero!!!)
Aí chegamos lá era aquel coisa, cervejinha, a galerinha batando um papo e tal, só que diferente do que planejávamos, não ia rolar de sair depois da festchinha, porque hoje são as eleições do segundo turno, então 11 da noite tudo ia fechar. Ficamos por lá tomando uns goró e conhecendo gente nova. A parte mais divertida é que 90% do curso é brasileiro, então o que mais de fala é portunhol com sotaques de cidades brasileiras. Eu tava lá tranquilo, conhecendo uma galera que curte hard core, aquecido pela minha sensual capa de gordura e claro os pêlos, mas Vitor Palito e Kait estavam morrendo de frio, se esquentando na churrasqueira e rápidamente chamaram um táxi para voltarmos para casa.
Como não estamos em casa e coisas inesperadas sempre acontecem nas noites, quando passamos na frente do prédio, os nossos vizinhos canadenses que moram no segundo andar nos viram e reconheceram a Kait, mandaram a gente subir e ir pra lá. Chegamos lá, tavam os dois canadenses e duas mulheres, o cara tava muito doido! Por que diabos ele chamou a gente se tinham 2 casais lá!? Assim que entramos o cara falou em inglês algo do tipo: “Kait, isso aqui não é pra você, é para os garotos” e serviu um whiskey 15 anos pra gente bão pra caralho com umas pedrinhas de gelo!!! Ficamos lá praticando nosso inglês e escutando Rilistônis. Lá pelas tantas tocou a pampainha, eu crente que eram vizinhos reclamando, porraniúma, eram uns caras que estavam fazendo uma festa no primeiro andar e chamaram a gente para a festa dele. O canadense (que óbviamente não lembro o nome) falou que não ia, que a festa era gay, mas falou pra gente ir e sair logo dali pra ele comer a mulher que tava com ele lá no apartamento, essa parte ele não falou, mas deu pra perceber nitidamente. Saimos e ficamos refletindo se valia a pena ir na casa dos vizinhos do primeiro andar, mais uma vez Kait Duracel ficou falando para irmos e tal. Pelas músicas provavelmente era uma festa gay, mas pela quantidade de vozes de mulheres que escutávamos do lado de fora a parada parecia boa, mas o apartamaneto não tinha campainha. Ficamos esmurrando a porta por algum tempo, mas ninguém escutou e tivemos que voltar para casa e dormir.
Fotos novas em breve.

Fraidei Nait!










Essa é a nossa rua!


Estamos sem internet no apartamento, então escreví e vou postar tudo junto agora.

Olá crianças, hoje é sábado e ainda estou ligeiamente bêbado e com uma leve dor de cabeça já que eu não costumo ter ressaca.

Sexta nós fomos ao curso, aprendemos um pouquinho de espanhol, usamos a internet do curso, onde fiz o último post e depois fomos ao Mercado Central de Santiago, o que sería equivalente ao mercado de peixe de Ponta d'Areia. O Dr. Eduardo, pai do Vitor, mandou ele ir no mercado e come o tal do loco, que é mais um marisco desse gelatinoso que vive no mar. Depois de dar umas voltas pelo mercado procurando comida barata e comer um pastel, nos conformamos e fomos à um restaurante para comer esse treco. Nem sei como é feito o preparo da parada, mas parece ser cozido até a gosma ficar dura. Eu particularmente achei gostoso, mas nada que valesse os 6.900 pesos. O Vitor achou o loco a melhor coisa do mundo, e a Kait nem engoliu porque ficou com medo de passar mal e tava com nojinho.

Comendo marisco!



Depois voltamos pra casa e depois de tirar um cochilo fomos na praça que é aqui perto para eles conhecerem. O tempo tava mais fechado ou mais poluído do que no dia em que fui, nem dava pra ver as montanhas que ficam ao redor da cidade. Passamos no mercado para comprar comida e uns goró para animar a noite. Fizemos uns nachos com um feijão estilo comida mexicana que o Daniel tinha comprado pensando que era feijão feijãããão. Depois de comer fomos tomar banho e começamos a biritar. Tomamos um pisco manero e eu tomei um litro de cerveja boa bagarai! Enquanto eu escovava meus dentes para ir pra uma festa de balkan music tipo a Go East (só que em Santiago), o Vitor foi na rua para comprar alguma coisa para misturar com a bibida, nos encontramos na portaria que não é portaria, na parte de baixo do prédio, e tá o muléque com mó cara de assustado, falando que não pode beber na rua mermo não. Segundo ele o vendedor do bar ficou altamente bolado dele ter chegado lá com um copinho descartável tomando pisco, mas conseguiu comprar seu Red Bull e ficamos bebendo na portaria do prédio. Nisso veio uma mindinga dessas que falam español e ficou falando alguma coisa que não deu pra entender, resolvemos entrar um pouco mais no prédio. É bom explicar que é um prédio desses que tem 2 portas, quando a mindinga chegou estávamos entre as duas portas, e depois ficamos na parte de dentro. Tá! Depois chegou uma coroa meio maluca e perguntou quanto estávamos pagando e falou que moravam prostitutas nesse apartamento e que estávamos pagando muy caro na moradia e tal. Diferente do que ela pensou eu Vitor e Kait achamos irado o fato de prostitutas terem morado no nosso apartamaneto. Uns 2 minutos depois um cara cabeludo perguntou porque estávamos bebendo na portaria e nos convidou para ir ao apartamento onde ele estava indo que era aniversário de uma amiga dele (a parte que era aniversário de uma amiga dele só entendemos depois). Aí ficamos naquela né: “tamo aí né, tem napfazê, vâssaporra”.

A gente sobe até lá




Fica cansadasso

E vemos isso!

Chegamos aonde!? Na casa das nossas vizinhas! Como não vivemos numa comédia de jovens americanos retardados, as duas vizinhas nem eram gatas, e nem tavam locas pra agarrar a gente pra fazer safadeza. Pegamos o pisco e depois de fazer a discreta pergunta: “Que que tá acontecendo? Por que vocês estão aqui? Que passa?”, uma das vizinhas respondeu que era su compleaños, tentamos dar parabéns mas só podia depois de meia noite. Ficamos lá um tempo biritando e praticando nosso espanhol fluente. No papo com os hermanitos, descobrí que ainda tem ingressos para o show do Metallica e tão menos caros do que eu pensava, 30.000 pesos, mais ou menos o preço no Brasil, agora penso sériamente em ir nessa porra. Passou de meia noite cantamos parabéns em português mesmo, comí um bolinho que me fez ver quão bêbo eu já estava, e nos despedimos (hoje de manhã o Vitor me falou que não deu os parabéns pra vizinha porque ele não conseguia diferenciar as duas. Não, elas não são gêmeas). Nisso a vizinha, que óbviamente eu não me recuerdo el nombre nos devolveu o pisco que a gente tinha largado lá na roda! Urrul Guardamos o pisco em casa e fomos para a tão esperada festa de banlkan music! Acho que pras poucas pessoas que já foram na Go East com a gente não presisa falar muito. Na porta tinha um cara pedindo dinheiro para entrar na festa, o meu amigo magrelo já com pouco sangue na corrente alcoolica simpatizou com o rapaz e queria porque queria que ele entrase, e deu 300 pesos para o jovem. 3.000 pra entrar e a cerveja lá dentro era 1000. Entramos e tava tocando uma banda FODA! Nós como bons romenios, começamos a dançar pacarai e animar mais ainda a festa, dançar com pessoas desconhecidas, e essas coisas do leste europeu. As pessoas aqui no Chile, pelo menos nessa festa, quando simpatizam com você ficam te oferecndo bebida! Mó doidera! Já falando hungaro eu fiquei tomando cerveja dos outros e oferecendo a minha (sei que é um ato muito peligroso e sem noção, já que não se sabe o que tem dentro daquela lata, mas falando hungaro vale tudo). Após algumas tentativas frustradas de fazer um trenzinho, por uma questão de honra, eu juntei as mão de duas pessoas desconhecidas no alto, segurei a mão de uma muié lá que nunca tinha visto na vida e começamos um tuni IRADO tipo festa junina!!! Teve uma outra banda, ainda mais foda que a primeira, com uma mulher tocando acordião que parecia a Famme Nikita, com um vetido longo com uma fenda(?) até a cintura, e um guitarrista que parecia o Quique Brown do Leptospirose, me divertí muito putaquepariu!!!

Dessa vez não temos fotos porque sabiamos que se levássemos a câmera ela provavelmente não sobrevivería.
Adeus galéri!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Cussemic!


Estamos morrendo de fome, então as fotos tão fora de ordem, mas é isso aí!


Daniel cozinhando para os jovens famintos!


Lucas comendo Papito! Essa é pra você Papitão!!!

Vitor, Kait e Daniel esperando na fila para passar pela fronteira.


É proibido comer manzanas no Chile.




On the Road



Lucas e Kait nas ruas de Santiago.



Fronteira horrorosa!




Os buracos chilenos.







É pessoal, descobri que mais de duas pessoas estão lendo o Blog, quase chorei!


Obrigado a todos que leem esse treco. Obrigado mãe! Só de você ter conseguido entrar no blog já me deixou muito feliz, o próximo passo é baixar músicas da internet.

Como não posto nada desde domingo de madrugada, vou fazer um resumo de cada dia, como estão sendo os dias aqui, destacar alguns pontos e mostrar as fotos q tava devendo.

Atualmente estou numa fase musical muito doida. Essas fases de transiação q vc começa a escutar tudo ao mesmo tempo e seu céLebro quase entra em colápso. Tenho escutado Chuck Norris (rock brabo duzinferno), Girl Talk (um cara que faz música eletrônica pegando trechos de músicas que já existem e misturando uma com a outra fazendo uma parada MUITO FODA), Current Swell (Jack Johnson melhorado um pouco mais rock e com gaita), Pomplamoose (um casal que faz versões de música em seu homestudio), The Head Cat (uma mistura do Lemmy, conhecido também como Deus e vocalista do Motörhead, junto com o batera do Stray Cats, tupetudo à la elvis só que dos anos 80, tocando cover de Buddy Holly e Johnny Cash, no mínimo interessante) mais outras coisas como música do leste europeu, barulhos horrorosos do demo e música brasileira, para a surpresa de muitos. Mas vocês não tem nada a ver com isso, e quem leu acabou de gastar os olhos à toa.
(pausa para banho e reflexão sobre o que escrever. Horário chileno 23:39. Horário brasileño 00:39)

Mensagem para a mãe:
Mãe desculpe não ter mandado notícias desde que você saiu de casa no domingo para ir pra Búzios, mas aqui no Chile não existe telefone público. Vou tentar te ligar do curso.
Obrigado por ler esse blog horrível, que você me mentiu que está bem escrito.
Mãe é foda mermo... Se eu fosse analfabeto (não que eu não seja), e resolvesse criar um blog, ela ia falar que tá maravilhoso.

Vamos lá!
Segunda feira começamos o curso em uma turma muito iniciante, com um coroa da Noruega que não sabia nem falar “yo” direito, mas era gente fina, e com uma indiana que não sabia falar “tu” e sempre perguntava sua cor preferida, sua cidade preferida, seu ponto turístico preferido etc. Perguntamos para a pedagoga se não podíamos cambiar de turma, ela nos passou uma pá exercícios para ver como estava nosso español.

Depois fomos na falar com a Gianna, aquela que eu queria matar no último post. Após fazer muitas contas, enrolar pra caralho, não conseguir sacar a grana que faltava para pagar o apartamento, viemos para cá. Eu, Vitor, Kait e Daniel, o israelense muito gente fina que conhecemos em Mendoza que se mostrou um rapaz muito gente fina e um cozinheiro bom o suficiente para convidarmos para passar uns dias aqui no apê. Falamos com a dona do apartamento que nos tratou super bem e após contarmos a história sobre a dificuldade de sacar a grana aceitou que pagassemos o que faltava no dia seguinte. Depois, já morrendo de fome,

fomos às compras com o Daniel que fez um arroz com carne moída bão pra caralho!

Terça-feira entregamos à pedagoga os exercícios e ela nos manteve na mesma turma na terça, para na quarta nos passar pra uma turma bem mais avançada com mais 3 brasileiros. Bem melhor! Tem foco pra vício de línguagem desses brasileños danados e tal. Depois da aula de terça fomos para o banco sacar o dinheiro, depois de andar de um lado pro outro e pegar 2 metrôs sacamos o dinheiro e entregamos para a maldita Gianna que falou que já estava preocupada com a gente (ela na verdade tava é com medo de tomar um calote dos jovens psicopatas, apesar deles já terem pago mais da metade do apartamento), voltamos pra casa. Comemos o que havia sobrado da carne de segunda-feira (sei lá se a carne era de segunda ou de quinta, só sei que estava buena). Depois sei lá o que o que o pessoal foi fazer, só sei que fui dar umas vorta por aquí e fui ver qual era a de uma praça que tem por aquí. À princípio tava meio bolado com esse treco de assalto em praça e tal, quando entrei na praça, ví que tinham mais de 5 casais nas gramas mais uns 5 grupos de pessoas fazendo tipo pique-nique e tal. Tinham umas escadas e fui subindo, e o que parecia uma pracinha foi virando quase que um Jardim Botânico, você vai subindo, e caminhando, não parece um quarterão a parada, era muito grande! Parecia um labirinto e eu lá escutando meu Girl Talk, explorando o lugar e subindo cada hora por um lugar. No fim das contas cheguei num topo de onde se via toda a cidade de Santiago rodeada de montanhas, algumas delas com neve no topo, uma parada muito foda! Depois voltei pra casa e enquanto eu e

Vitor estavamos cansados sei lá por que, Kait e Daniel foram num bar aí. E falaram que curtiram, mas não sei se era manero, não ví foto, não sei o que beberam nem nada.

Quarta feira, turma nova de español! Urrl! Manerasso! Depois da aula descobrimos que ia rolar um tur pela cidade com explicação de um dos caras que trabalha no curso, engraçado que o cara tem mó cara de babaca mas é muito gente fina! Fomos na bolsa de valores, depois fomos comer um pastel. Véi, comer nessa cidade é muito caro! 2 Pastel (como disse o paulista que faz o curso) e um refrigerante vagabundo deu tipo 3.500 pesos, o que sería 7 dólares, uns 13 real! Doidera, mãno!!! Depois fomos num museu ver uma expo sobre a China, bem manera! Tomamos helado com a galerinha gente fina do curso e voltamos pra casa. Comemos e resolvemos salir!
Primeiro fomos numa discoteca que tava tocando umas black music, uns jazz dançantes irados!!! Do nada, tipo DO NA-DA! O DJ tava tocando um jazz com um trompete irado, aí começam a passar um clipe dum cara, tipo um rapper americano, um 50 Cent da vida, só que chileno, uma merda!!! Aí a gente ficou naquela, meio “que porré essa?!” depois de passar maravilhoso e original vídeo, tiram o pano branco onde estava sendo projetado o clipe e tinha um palco montado! Não pode ser!!!! NÃO!!! NO LO CREO!!! I CAN'T BELIVE IT!!! Mas sim! Lá estava o maldito chicano tocando sua música horrível en vivo, enquando uma loira MARAVILHOSA com ropa de danada dançava pelo palco. Na segunda música resolvemos ir em embora, aí vem a melhor parte da noite: Na porta da boate tinha um grupo de pessoas pensando em entrar, aí um cara gruniu alguma coisa em espanhol que achei que foi um: “tá cheio lá dentro”, aí a gente respondeu: “desculpe, no hablamos espanhol muy bien.” Eis que seu amigo chega pra genete com um sotaque de chileno e manda a pérola: “Como tá lá dentro, bom pra caralho ou porra nenhuma!?” Nós 2 rolávamos de rir! A situação mais sensacional de 2010! Aí falamos que o show tava um merda e fomos embora. Isso era 1 da manhã e Daniel já bebum e Kait Duracel resolveram ir à uma outra feista que tava rolando e a entrada era de graça. No caminho para essa nova fiesta Daniel nos ensinou a cantar uma música israelense e fomos andando pela rua cantando e batendo palmas. Antes de chegar na boate vimos a estranha cena de duas mulheres dando umas porradas nuns muléques sei lá por que e gritando coisas que provavelmente não era nada como “eu te amo”, “Deus lhe abençoe” e nem “vamos curtir uma noite de amor juntos”. Chegando na boate era mó inferninho ducaralho, tava tocando o maldito raggaton, mas tava animado e ficamos por lá curtindo a nova experiência antropológica. Foi bem divertido! O problema foi acordar às 9 pra ir pro curso.

Hoje fomos à aula mas não fizemos nada demais. Agora pouco o nosso querido Daniel nos abandonou famintos para ir para o sur del Chile, pra depois conhecer as Cataratas , passar o carnaval em Salvador e depois ir para o Rio, onde vamos tentar encontrar com ele antes dele partir de volta para Israel. Enquanto esteve conosco ele nos alimentou, me ensinou algumas coisas como letras de músicas que escutamos na Go East, a palavra “Cussemic” que sería um “puta madre!”, mas ensinou também “subaba”, que sería um “muy bien” só pra dizer não que só ensinou a gente a falar merda.

Um pouco de Santago:
Santiago é uma cidade que por ser rodeada de montanhas e ter muitos carros é muito poluida. Tem um rio que cruza a cidade que fede de vez em quando, mas não se compara aos nossos esgotos pretos e densos. Ao mesmo tempo não vemos lixos pelas ruas e poucos mendigos. Além disso como disse o gênio K.Y. aqui até mindingo fala español. As pessoas parecem ser bem legais, diferente do que pensava no último post. As chicas não são tão bonitas quanto às argentinas mas parecem mais simpáticas. Os metrôs são limpos e diferente do Rio de Janeiro onde as pessoas entram e saiem do metrô ao mesmo tempo fazendo quase uma guerra, os chilenos esperam as pessoas sairem para depois entrarem no metrô e o motorista não fecha a porta com velinho com praço pra fora e tal. O principal problema da cidade é que é seca que nem o capeta isso faz nossos narizes sangrarem de vez enquando, como disse sabiamente meu grande amigo magrelo “Santiago tem cheiro de sangue”(essa deixa até Pablo Neruda no chinelo).
Post grante pra caralho, mas é porque tô há muito tempo sem escrever e tenho que dar satifação às pessoas que estão morrendo de saudades.
É isso aê!
Abraços!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Estrada Mendoza-Santiago

Aí, na moral, sem tirar o mérito das estradas brasileiras, Chapada Diamantina é foda, mas essa estrada é SACANAGEM! FODAPRACARALHO!!! De longe a estrada mais foda absurda linda maravilhosa irada etc. que já estive. As montanhas muito fodas, o rio beirando a estrada toda(o que o semi-deus Pablo Neruda chamaría de “as lágrimas dos andes”, ironia?!), uns gelinhos na ponta, asfalto liso, piloto maluco, e tudo que podería ter numa viagem foda!
Na fronteira me pediram um papel que carimbaram quando eu entrei na Argentina e é óbvio que na hora que peguei pra dar uma limpa nas 5 toneladas de papel inútil que lotava minha mochila ele foi junto, o que fez com que eu tacasse R$50,00 (ou 100 pesos) no LIXO! Fiquei meio puto, mas a vista era tão alucinante que acabei cagando para o fato. Depois de chegarmos ao Chile, pegamos um táxi eu, Vitor, Kait e Daniel, um israelense muito gente fina que conhecemos em Santiago. Fomos para um albergue (já que a piranha da Gianna, com quem reservamos o apartamento simplesmente desapareceu) que pra variar não tinha vaga, o taxista (um tremendo dum filho da puta) falou que tinha vaga num albergue barato que ele conhecia, era U$30,00 por quarto, eram 2 quartos com uma cama de casal cada um. Até aí beleza, mas a parada não era um albergue, era um asilo. Acho que com meu péssimo espanhol consegui deixar claro pra ele que ele era um tremendo dum filho da puta. Ele nos deixou com uma má vontade da porra num outro albergue que tinhamos conseguido contactar no meio da confusão. Ele acabou cobrando a bagatela de 10000 pesos chilenos, que é mais ou menos uns 20 dólares, por uma corrida bem curta, podem acreditar. Feitos de otários e com a ligeira sensação de que chileno é uma raça desgraçada maldita dos inferno, chegamos bem no albergue, onde demos uma relaxada, arrumamos as paradas e vimos que tava rolando alguma coisa na Plaza de Armas, que é bem na frente do albergue. Nisso escutamos uma banda que era uma percussão, uma bateria, um banjo, uma tuba, um trombone e um trompete tocando Kashmir do Led Zeppelin, bom pra caralho! Eu e Vitor descemos pra ver do que se tratava, enquanto Kait e Daniel compravam as coisas para o nosso almoço. Quando eles chegaram eu e Vitor fomos dar uma volta e comprar cerveja e iougurte. Só um parentezinho (Cerveja está para mim assim como iougurte e leitinho está para o Vitor.)

Quando chegamos ja tava preparado um puta almoço maravilhoso, feito pelos gringos do grupo, que foi servido na varanda debaixo de um Sol bem agradável umas 18:30. Aqui umas 21 e 30 o Sol tá se pondo! Muito manero isso!

Depois vimos uma multidão aglomerada na praça e descobrimos que a banda que tinhamos visto de tarde não era apenas uma banda, era um mega espetáculo gringo lotado de pirotecnias e que ia andando pela cidade com uns veículos muito doidos motorizados que soltavam fogo, enquando parte da banda ia num treco que era puxado por um TRACTOR!!!! A parada muito foda mermo! Eu Kait e Vitor não entedemos nada, só achamos muito manero e fomos seguindo a parada pra ver qual era. Tinha até um mega guindaste pra levantar um cara que tava vestido tipo um anjo malvadão from hell. Depois ponho as fotos aqui.

Acabamos de chegar e as crianças estão dormindo enquanto escuto Girl Talk e escrevo esse maravilhoso post que não será lido por ninguém, mais uma vez =)

Aqui são 00:42 e tenho que dormir pra estar de pé amanhã 7 da madrugada pra irmos ao curso de espanhol que viemos fazer e depois ver essa porra desse apartamento.

Buenas noches!

Depois posto as fotos porque as mais maneras estão na câmera do Vitor qe ainda não passei pra cá.

Cambio Desligo!

sábado, 9 de janeiro de 2010

Atrrorizando Mendoza





























Ontem foi um dia muito mais legal de contar doque de viver, mas já que já passou e estou só contando pros outros, tá muito divertido!

Acordei com problemas internos, mas mesmo assim fomos comprar uns pesos, procurar um mapa numa agência de turismo e tentar alugar umas bicicletas para dar umas voltas pela cidade, mas onde procuramos as bicicletas, todas já estavam alugadas. Voltamos para o albergue laragar a grana e acabei ficando por aqui para ver se melhorava. Acabei dormindo por quase duas horas, quando o Vitor a e Kait vieram me buscar de bicicleta para darmos uma volta no maior parque da América Latina.
Peguei uma bicicleta MUITO FUDIDA, pedal torto, sem freio, banco horroroso que não subia nem descia. Pedí pro hermanito pra tocar de “bici”, o cara resolveu “concertar” a porra da bicicleta. Adivinha!? Continuou uma merda! Mas tudo bem, aqui na Argentina brasileiro paga meia em tudo mesmo, tá manero. Além disso praa me fazer esquecer da bicicleta madita tinha um Subway ao lado, onde o sanduba do dia, de 15cm com refrigerante era 10 pesos (5 reais) e o de 30cm era 15. Comemos e fomos pro parque. Andamos de bicicleta até que o pedal da bicicleta caiu! Isso, no meio da ciesta deles (pausa para almoço e cochilo da tarde de 13:30 até 16:30. Esperei uma hora até os caras voltarem da pausa para almoço extendida. Peguei uma chave e um parafuso para prender o pedal. Quando cheguei de volta ao parque, Vitor me mostrou que a roda estava com uma aro solto, prendí o pedal e tentei encaixar o aro, mas não rolou. Em um rápido momento de estupidez tentei pular uma vala e amassei o aro da maldita bici (fato que podia muito bem ter acontecido sem querer já que a mierda de la bici não tinha freio nem na frente nem atrás), nisso saiu o aro solto mais um. Arrumei um jeito de acoxambrar tudo e seguir o passeio. Depois, quando estávamos voltando em uma decida, fui freiar a porra do cacareco maldito dos infernos com o pé na roda traseira, técnica infalivel que aprendí quando criança, algo aconteceu e destruí a bicicleta de uma forma que nunca tinha visto na vida. Lá fomos nós carregando a bici com a roda travada por quase uma hora.
Sabendo da qualidade de suas bicicleta o malandrinho não falou nada, só lamentou o ocorrido.

Voltando para casa depois de passar no mercado e comprar Stella de 1 litor por 5 pesos, passamos por uma rua que era tipo um camelódramo, onde três pivetes começaram a andar muito perto da gente de uma forma muito, MUITO suspeita. Mallandros que somos, entramos em uma loja de sapatos vagabundos e impressionantemente os desgraçados pararam na porta e ficaram meio que “esperando”. Nisso passou uma viatura da polícia, saimos da loja e voltamos filizes e com todos os nossos bens para nosso simpático e imundo alojamento.

Chegando no albergue, tomamos uns goró com nossos novos amigos brasileiros, israelenses e australianos, marcamos de ir para uma boliche. Vitor peidou na farofa porque tava meio doente e cansadinho, mas acabei indo com a Kate mais 6 pessoas. Chegamos no tal lugar era umas 2 da manhã. O lugar era DUCARALHO! Era tipo uma boate, onde tinha uma pista na parte fechada, mais uma ao ar livre e uma outra como se fosse uma tenda de música eletrônica. As argentinas como sepre maravilindas, nem olham pra nossa cara, mas a gente se adiverte mermo assim! Chegamos em casa mais de 5 da manhã e acordamos 8 para fazer Rafting no Rio Mendoza.
A van veio buscar a gente 9 e poca e levou a gente para lá. Depois de escutar as intruções, colocar umas roupas ridículas e pegar o ônibus, fomos para o início da brincadeira mais divertida de 2010. No bote fui eu, o Vitor, mais 3 cariocas e mais uma argentina que tava se CA-GAN-DO de medo. A Kate prefiriu ir no bonte onde as intruções eram dadas em inglês. Muito engraçado, nosso instrutor, ou sei lá o nome do cara que fica mandando você remar, era o mais psicopata de todos! O que fez o passeio ser muito mais divertido. Ele mandava a gente remar em direção a todos os buracos e a gente se molhava todo, quase caía, comia areia com água e se divertia para valer!
Depois de tanta tensão, ficamos na “base” no rafting, onde tinha uma piscina, uma canto muito gostoso e um Sol maldito direto do buraco na Camada de Ozônio.

Agora estou na minha cama, e vou dormir o que não dormí essa noite, para encarar mais uma bolichezinha, dessa vez com o Vitor, mas sem os três brasileiros muito gentes finas que acabaram de ir embora.
Amanhã 7:30 da manhã pegamos o ônibus em diração a Santiago!!!
Yeah!!!
Depois posto mais coisa para continuarem não lendo!!!
Adios!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Fotchenhas do primeiro dia!

Esperando o ônibus, segundos antes de tomar uma Quilmes

Franguinho gostoso do ônibus!
Os três gringos maneros!



Dá pra ver os andes daqui!!!


Primeiro contato depois de pisar em solos argentinos.

Holla chicos y chicas!

Vamos do começo. Primeiro acordei 5 e meia da manhã, minha irmã me levou até o ponto de ônibus umas 6 e 50, corremos atrás do ônibus e peguei o maldito 998. Tinha um engarrafamento na descida da ponte que a princípio me deixou meio desesperado, mas no fim deu tudo certo. Cheguei no aeroporto bem cedo, encontrei com o Vitor para pegarmos o avião.


O Vitor saiu de Salvador umas 3 e alguma coisa, chegou no Santos Dumond quase 7 da manhã, quando se dirigiu direto para o banheiro. Quando estava entrando na “caixinha” com um mochilão enorme nas costas, um simpático senhor parou e ele e perguntou: “Vai mijar ou vai dar uma barrigada? Se for pra barrigar tem uma cabine maior para você.” Depois de fazer uma nova amizade ele foi até o Galeão para se encontrar comigo.


Chegando em Buenos aires tomamos uma água salgada (tanto no sabor quanto no preço) de 9 pesos, para podermos usar o Wi-Fi do restaurante até a bateria do Lap-Top acabar enquando víamos que as passagens para Mendoza tinham esgotado e teríamos que quedar en Buenos Aires por una noche para virmos até Mendoza no dia seguinte. Esperamos a Kait comento m Big Mac de 17pesos. Quando ela chegou pegamos um taxi com um taxista ALTAMENTE PSICOPATA, que sem o retrovisor esquerdo saia cortando todo mundo e passando pelo acostamento independente do olho de gato gigante que tinha para evitar que os carros fizessem isso. Ele falou que numa outra rodoviária encontraríamos passagem, e fomos pra lá, de fato tinha! Compramos a passagem e esperamos umas 2 horas para pegar o ônibus bebendo Quilmes e procurando um lugar para ligar pra casa, mas não encontramos.


Entrando no ônibus, vimos que as cadeiras praticamente viravam camas, menos de uma hora após o início da viagem, a “aeromoça do asfalto” GATA serviu pãozinho com queijo, presunto, salada, e um pote de pêssego em conserva. Todos estávamos relativamente satisfeitos quando chega uma quentinha com um franguinho ensopado com legumes BOM A VERA! Com certeza andar de ônibus aqui vale a pena, até porque as estradas são muito retas.
Para fechar a gloriosa noite vimos “2 Filhos de Francisco” dublado em espanhol com o volume alto pra caralho, e aquela merda daquele muleque aprendendo a tocar gaita ou ocordeon, sei lá oque, que fazia um barulho infernal na minha cabeça. Mas isso não nos impediu de dormir a noite toda feliz e contente! Pouco depois de acordarmo, consequimos ver os antdes da estrada, muito foda!!! Com direito a nevesinha no topo e tudo!


Chegando em Mendoza passamos por 4 hostels caros pra caralho e que estavam lotados. Por fim encotramos um hostel barato, que estava lotado, mas o dono deixou a gente acampar no quintal por 10 pesos nessa noite e depois vamos para um quarto.

É isso, agora estamos indo comer e montar a barraca porque não comemos nada hoje ainda!

Beijos nas chicas e apertos de mão nos chicos!

ps.: tiramos umas fotchinhas com a máquina na Kait, mas ela esqueceu o cabo. Agora vamos bater muitas fotchinhas com a nova câmera no Vitor!!!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Faltam algumas horas!!!

Cá estou eu meio bebum, escutando Pump Up The Valuum do NOFX (pra variar) preparando pra guardar essa merda desse Lap Top e só ligar ele lá longe daqui!
Estava bebericando e me despedindo dos Brother Lui e Neon, mais duas meninas que recusaram a Rainiquem pra beber Itaipava e não merecem respeito! Magal apareceu por lá de surpresa (até pra ele) e Bonsai ligou só porque eu duvidei!

Obrigado todomundo, não é papo de bebum, mas eu AMO VOCÊS!!!!

Não vou reler, então se tiver muito erro, a culpa é da cerveja, e se não tiver muito erro, o mérito é dela também!!!

Isso aê, 1 e 10 da manhã e 5 e meia tô de pé!

fudeu! vou dormir o caminho todo!!!

Beijos nas bucexas de todas!!!

Adeus!!!

domingo, 3 de janeiro de 2010

Preparativos. Faltam 2 dias!

Faltam 2 dias, ainda quem que pagar o apartamento de Santiago, como sempre tá tudo em cima da hora! Tem que resolver umas paradas no banco e ainda tem que dar tempo de me despdir da minha avó, do meu pai e tomar uns goró com os bróder! Minha mãe foi pra Búzios e agora só vejo ela no fim de fevereiro.
Além disso, minha querida irmã trabalha na quarta-feira de manhã e não vai poder me levar até o Galeão, logo, a jornada como mochileiro começa já em Niterói pegando o 998 pro aeroporto 7 da madrugada carregando mochilão, mochila de ataque e barraca de camping. Vai ser rock'n'roll! Bom que vou treinando enquanto entendo o que os outros estão falando!
Tô aqui no PC fazendo um estoque de panque roque que com certeza vai ser grande parte da trilha sonora dessa Hermanito Trip! Várias coisas que eu achei que tivesse aqui, como os discos do Pulley, hard core melódico da California que tive o prazer de assistir no Ballroom anos atrás, no mesmo dia que assistí ao Dead Fish pela primeira vez. Tô pegando também os cds do Randy, uma banda Sueca fodassa! Baixei também um cd de uma banda chamada Atomic Fireball, é um jazz swing tipo Big Bad Voodoo Daddy, só q com um negão que parece o Ja Rule cantando, fodapracaralho! Fico bolado com o meu bom gosto musical! hehehe
Vou pôr umas fotchinhas de alguns desses discos só pra ficar bunitinho com indicação de onde encontrar!




Tem os discos do Randy e do Atomic Fireball pra baixar aqui http://musicaecerveja.blogspot.com/




Esse aqui é fácil de encontrar! Cd de 99, eu acho, que na verdade é uma música de 18 minutos irada!!!


Pulley e NOFX você encontra aqui: http://punkoteca.blogspot.com/



Adeus!