sábado, 9 de janeiro de 2010

Atrrorizando Mendoza





























Ontem foi um dia muito mais legal de contar doque de viver, mas já que já passou e estou só contando pros outros, tá muito divertido!

Acordei com problemas internos, mas mesmo assim fomos comprar uns pesos, procurar um mapa numa agência de turismo e tentar alugar umas bicicletas para dar umas voltas pela cidade, mas onde procuramos as bicicletas, todas já estavam alugadas. Voltamos para o albergue laragar a grana e acabei ficando por aqui para ver se melhorava. Acabei dormindo por quase duas horas, quando o Vitor a e Kait vieram me buscar de bicicleta para darmos uma volta no maior parque da América Latina.
Peguei uma bicicleta MUITO FUDIDA, pedal torto, sem freio, banco horroroso que não subia nem descia. Pedí pro hermanito pra tocar de “bici”, o cara resolveu “concertar” a porra da bicicleta. Adivinha!? Continuou uma merda! Mas tudo bem, aqui na Argentina brasileiro paga meia em tudo mesmo, tá manero. Além disso praa me fazer esquecer da bicicleta madita tinha um Subway ao lado, onde o sanduba do dia, de 15cm com refrigerante era 10 pesos (5 reais) e o de 30cm era 15. Comemos e fomos pro parque. Andamos de bicicleta até que o pedal da bicicleta caiu! Isso, no meio da ciesta deles (pausa para almoço e cochilo da tarde de 13:30 até 16:30. Esperei uma hora até os caras voltarem da pausa para almoço extendida. Peguei uma chave e um parafuso para prender o pedal. Quando cheguei de volta ao parque, Vitor me mostrou que a roda estava com uma aro solto, prendí o pedal e tentei encaixar o aro, mas não rolou. Em um rápido momento de estupidez tentei pular uma vala e amassei o aro da maldita bici (fato que podia muito bem ter acontecido sem querer já que a mierda de la bici não tinha freio nem na frente nem atrás), nisso saiu o aro solto mais um. Arrumei um jeito de acoxambrar tudo e seguir o passeio. Depois, quando estávamos voltando em uma decida, fui freiar a porra do cacareco maldito dos infernos com o pé na roda traseira, técnica infalivel que aprendí quando criança, algo aconteceu e destruí a bicicleta de uma forma que nunca tinha visto na vida. Lá fomos nós carregando a bici com a roda travada por quase uma hora.
Sabendo da qualidade de suas bicicleta o malandrinho não falou nada, só lamentou o ocorrido.

Voltando para casa depois de passar no mercado e comprar Stella de 1 litor por 5 pesos, passamos por uma rua que era tipo um camelódramo, onde três pivetes começaram a andar muito perto da gente de uma forma muito, MUITO suspeita. Mallandros que somos, entramos em uma loja de sapatos vagabundos e impressionantemente os desgraçados pararam na porta e ficaram meio que “esperando”. Nisso passou uma viatura da polícia, saimos da loja e voltamos filizes e com todos os nossos bens para nosso simpático e imundo alojamento.

Chegando no albergue, tomamos uns goró com nossos novos amigos brasileiros, israelenses e australianos, marcamos de ir para uma boliche. Vitor peidou na farofa porque tava meio doente e cansadinho, mas acabei indo com a Kate mais 6 pessoas. Chegamos no tal lugar era umas 2 da manhã. O lugar era DUCARALHO! Era tipo uma boate, onde tinha uma pista na parte fechada, mais uma ao ar livre e uma outra como se fosse uma tenda de música eletrônica. As argentinas como sepre maravilindas, nem olham pra nossa cara, mas a gente se adiverte mermo assim! Chegamos em casa mais de 5 da manhã e acordamos 8 para fazer Rafting no Rio Mendoza.
A van veio buscar a gente 9 e poca e levou a gente para lá. Depois de escutar as intruções, colocar umas roupas ridículas e pegar o ônibus, fomos para o início da brincadeira mais divertida de 2010. No bote fui eu, o Vitor, mais 3 cariocas e mais uma argentina que tava se CA-GAN-DO de medo. A Kate prefiriu ir no bonte onde as intruções eram dadas em inglês. Muito engraçado, nosso instrutor, ou sei lá o nome do cara que fica mandando você remar, era o mais psicopata de todos! O que fez o passeio ser muito mais divertido. Ele mandava a gente remar em direção a todos os buracos e a gente se molhava todo, quase caía, comia areia com água e se divertia para valer!
Depois de tanta tensão, ficamos na “base” no rafting, onde tinha uma piscina, uma canto muito gostoso e um Sol maldito direto do buraco na Camada de Ozônio.

Agora estou na minha cama, e vou dormir o que não dormí essa noite, para encarar mais uma bolichezinha, dessa vez com o Vitor, mas sem os três brasileiros muito gentes finas que acabaram de ir embora.
Amanhã 7:30 da manhã pegamos o ônibus em diração a Santiago!!!
Yeah!!!
Depois posto mais coisa para continuarem não lendo!!!
Adios!

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