Hola!
Terça-feira saí da aula, fui comer um rodízio de mariscos e peixes, mas tinha até carne de boi, lingüiça e porco, meio caro, mas tava muito bom! Cheguei em casa 4:30 e resolví tirar um cochilo antes do grande show! Tinha marcado com o Tiago, o paulista que vive em Goiânia, de nos encontrarmos no curso às 18 horas para ir para o show do Metallica!
Acordei meio perdido, sem saber de nada, meio preocupado com a hora e de fato estava bem atrasado. Eram 6 horas. Fiquei desesperado, mas tinha que tomar uma chuverada, cheguei ao curso com 40 minutos de atraso, Tiago não estava mais lá. Mauricio, o coordenador do curso, ligou para o Tiago e me encontrei com ele na estação de metrô mais próxima do clube onde foi o show. Chegamos lá, passamos por umas 4 cancelas antes de chegar ao local onde sería o show. Pisamos na pista assim que a banda de abertura começou. Criminal, uma banda chilena que faz um metal brabo bem manero, o baterista é um montro gordo e tatuado, tenho que conhecer melhor depois. Fomos nos enfiando pelo meio da multidão aos poucos. Conhecemos uma galera aqui do Chile que o Tiago, muito mais simpático que eu, ficou cnversando enquanto eu só fazia pequenas intervenções como: “Si”, “Yo tambien soy brasileño”, “Me gusta mucho Soulfly” e essas coisas.
9:30 começa a tocar a música tema do clássico filme “The Good, The Bad & The Ugly”, enquanto nos telões passa uma das cenas finais do filme, onde o Feio sai correndo pelo imenso campo.
Apesar de ter dado uma olhada rápida no suposto setlist, não ví detalhes do tipo como sería a abertura e tal. Ao ver a cena me arrepiei dos pés à cabeça e sabia que dalí pra frente estaría realizando um sonho de muléque. Após a linda introdução tão os 4 em cima do palco tocando “Creeping Deth” e depois disso foi só porrada. Os caras pareciam estar curtindo bastante o show e o público estimado em 55mil pessoas cantaram os clássicos com muita empolgação. Tocaram várias do disco novo que eu não esperava, porém fiz a merda de ler o setlist antes do show, coisa que nunca gostei muito de fazer. Nesse set que lí tinham 4 músicas que eu queria muito ter visto ao vivo mas acabei não vendo, mas que eles tem tocado direto, são elas: Motorbreth, Fuel, Batery e St. Anger. Masmo sem essas o show foi um absurdo. Quando começou os efeitos sonoros de “One”, com barulhos de tiros e bombas para introduzir a música mais bonita e forte do Metallica que fala sobre um jovem que vai para a guerra, começam vários efeitos pirotécnicos dígnos de um show do Kiss. Por essa eu não esperava mesmo! Até que com as imagens no telão em preto e branco aparece James tocando o início, sem dúvida um ponto alto da minha vida. Depois da intensa “One” imendam logo “Master of Puppets”! Fudeu, morri! Obrigado Metallica, obrigado Chile, o show foi caro, gastei o que não podia, mas valeu cada peso!
Durante o show me lembrei dos vários amigos que com certeza me invejam a partir desse dia, como o Neon e o Papito. Lembrei muito da juventude andando de skate por Icarí ao som de Metallica.
Fim de show. Após um fim meio atípico, com os caras jogando milhares de palhetas, baquetas, falando com a platéia, cada um falou uma coisa no microfone, aquela coisa. Sem tocar uma saideira para fechar o show com aquele gostinho de quero mais. Fizeram os agradecimentos e foram embora.
Depois disso eu e Tiago sem opções de metro resolvemos andar as aproximadamete 20 quadras até o meu apartamento, onde ele pegou um táxi para casa.

Hoje, mesmo após a pedrada de ontem, fui para a aula meio moído e depois de vir para casa almoçar, fui com o pessoal do curso para um museu que foi inaugurado faz 2 meses em homenagem aos mortos na ditadura e aos direitos humanos. O pessoal do curso tinha ido almoçar em um restaurante, então acabei chegando no museu antes deles. Assim que cheguei lá, encontrei com a Viviana e o Luiggi, que deram carona pragente sábado, para irmos até os glaciales lembra!? Esperei um tempo o pessoal chegar e comecei a ver o grande museu. Um museu muito grande e bonito. Todo de blindex, mas que causa muita revolta e raiva desse período podre na história de tantos países. Imagens fortes, fotos chocantes, cartas que foram enviadas às pessoas que tinham seus familiares desaparecidos. Uma das partes mostrava a história de um primo de uma professora do curso, que estava acompanhando a gente, e que muito emocionada contou o que aconteceu com ele e que ela presenciou. Ditadura é um tema que creio que deixa todos altamente bolados, você sai do museu meio mal de cabeça. Mas a organização do museu é muito legal e tava bem cheio de pessoas do mundo inteiro.
Depois da expo vim dar uma dormida em casa. Depois que acordei, fui escutar uma musiquinha e lavar louça e roupas. Tenho lavado as minhas roupas na pia porque lavanderia é muito caro.
Temos comido vários mariscos (no bom sentido) bem gostosos que compramos enlatados no super mercado e temperamos com limãozinho e tal.
Terça-feira saí da aula, fui comer um rodízio de mariscos e peixes, mas tinha até carne de boi, lingüiça e porco, meio caro, mas tava muito bom! Cheguei em casa 4:30 e resolví tirar um cochilo antes do grande show! Tinha marcado com o Tiago, o paulista que vive em Goiânia, de nos encontrarmos no curso às 18 horas para ir para o show do Metallica!
Acordei meio perdido, sem saber de nada, meio preocupado com a hora e de fato estava bem atrasado. Eram 6 horas. Fiquei desesperado, mas tinha que tomar uma chuverada, cheguei ao curso com 40 minutos de atraso, Tiago não estava mais lá. Mauricio, o coordenador do curso, ligou para o Tiago e me encontrei com ele na estação de metrô mais próxima do clube onde foi o show. Chegamos lá, passamos por umas 4 cancelas antes de chegar ao local onde sería o show. Pisamos na pista assim que a banda de abertura começou. Criminal, uma banda chilena que faz um metal brabo bem manero, o baterista é um montro gordo e tatuado, tenho que conhecer melhor depois. Fomos nos enfiando pelo meio da multidão aos poucos. Conhecemos uma galera aqui do Chile que o Tiago, muito mais simpático que eu, ficou cnversando enquanto eu só fazia pequenas intervenções como: “Si”, “Yo tambien soy brasileño”, “Me gusta mucho Soulfly” e essas coisas.
9:30 começa a tocar a música tema do clássico filme “The Good, The Bad & The Ugly”, enquanto nos telões passa uma das cenas finais do filme, onde o Feio sai correndo pelo imenso campo.
Apesar de ter dado uma olhada rápida no suposto setlist, não ví detalhes do tipo como sería a abertura e tal. Ao ver a cena me arrepiei dos pés à cabeça e sabia que dalí pra frente estaría realizando um sonho de muléque. Após a linda introdução tão os 4 em cima do palco tocando “Creeping Deth” e depois disso foi só porrada. Os caras pareciam estar curtindo bastante o show e o público estimado em 55mil pessoas cantaram os clássicos com muita empolgação. Tocaram várias do disco novo que eu não esperava, porém fiz a merda de ler o setlist antes do show, coisa que nunca gostei muito de fazer. Nesse set que lí tinham 4 músicas que eu queria muito ter visto ao vivo mas acabei não vendo, mas que eles tem tocado direto, são elas: Motorbreth, Fuel, Batery e St. Anger. Masmo sem essas o show foi um absurdo. Quando começou os efeitos sonoros de “One”, com barulhos de tiros e bombas para introduzir a música mais bonita e forte do Metallica que fala sobre um jovem que vai para a guerra, começam vários efeitos pirotécnicos dígnos de um show do Kiss. Por essa eu não esperava mesmo! Até que com as imagens no telão em preto e branco aparece James tocando o início, sem dúvida um ponto alto da minha vida. Depois da intensa “One” imendam logo “Master of Puppets”! Fudeu, morri! Obrigado Metallica, obrigado Chile, o show foi caro, gastei o que não podia, mas valeu cada peso!
Durante o show me lembrei dos vários amigos que com certeza me invejam a partir desse dia, como o Neon e o Papito. Lembrei muito da juventude andando de skate por Icarí ao som de Metallica.
Fim de show. Após um fim meio atípico, com os caras jogando milhares de palhetas, baquetas, falando com a platéia, cada um falou uma coisa no microfone, aquela coisa. Sem tocar uma saideira para fechar o show com aquele gostinho de quero mais. Fizeram os agradecimentos e foram embora.
Depois disso eu e Tiago sem opções de metro resolvemos andar as aproximadamete 20 quadras até o meu apartamento, onde ele pegou um táxi para casa.

Hoje, mesmo após a pedrada de ontem, fui para a aula meio moído e depois de vir para casa almoçar, fui com o pessoal do curso para um museu que foi inaugurado faz 2 meses em homenagem aos mortos na ditadura e aos direitos humanos. O pessoal do curso tinha ido almoçar em um restaurante, então acabei chegando no museu antes deles. Assim que cheguei lá, encontrei com a Viviana e o Luiggi, que deram carona pragente sábado, para irmos até os glaciales lembra!? Esperei um tempo o pessoal chegar e comecei a ver o grande museu. Um museu muito grande e bonito. Todo de blindex, mas que causa muita revolta e raiva desse período podre na história de tantos países. Imagens fortes, fotos chocantes, cartas que foram enviadas às pessoas que tinham seus familiares desaparecidos. Uma das partes mostrava a história de um primo de uma professora do curso, que estava acompanhando a gente, e que muito emocionada contou o que aconteceu com ele e que ela presenciou. Ditadura é um tema que creio que deixa todos altamente bolados, você sai do museu meio mal de cabeça. Mas a organização do museu é muito legal e tava bem cheio de pessoas do mundo inteiro.
Depois da expo vim dar uma dormida em casa. Depois que acordei, fui escutar uma musiquinha e lavar louça e roupas. Tenho lavado as minhas roupas na pia porque lavanderia é muito caro.
Temos comido vários mariscos (no bom sentido) bem gostosos que compramos enlatados no super mercado e temperamos com limãozinho e tal.
Chegando no museu
FFFfffffffffffffffffffffffffiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii....
BOOOMMMMM!!!!
BOOOMMMMM!!!!
Um comentário:
"Ditadura é um tema que creio que deixa todos altamente bolados, você sai do museu meio mal de cabeça. Mas a organização do museu é muito legal e tava bem cheio de pessoas do mundo inteiro."
Suas análises são sensacionais. Eu morro de rir, vc poderia escrever um livro sobre arte, museus e ditadura!
Ah, eu tô com saudade cara!
beijobeijo
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